Pular para o conteúdo principal

Jesus Ressuscitou

“Farei do vencedor uma coluna no santuário do meu Deus, e dali ele jamais sairá. Escreverei nele o nome do meu Deus e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu da parte de Deus; e também escreverei nele o meu novo nome. Aquele que tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas.” (Ap 3.12-13)
Estamos na Páscoa, uma data em que a Igreja celebra a ressurreição de Cristo. Foi ao terceiro dia, primeiramente apareceu a Maria Madalena, aquela que Jesus tinha expulsado sete demônios (Marcos 16.9).
A notícia de sua ressureição se espalhou rapidamente e foi contemplada posteriormente pelos discípulos, provas incontestáveis de que Jesus estava vivo, foram mais de doze aparições em quarenta dias, período em que falava-lhes acerca do Reino de Deus (Atos 1.3).
Apesar de tudo isto, há muitas pessoas que contestam a ressurreição de Jesus, o apóstolo Paulo aponta o impacto desta declaração: “e, se Cristo não ressuscitou, é inútil a nossa pregação, como também é inútil a fé que vocês têm.”
(1 Coríntios 15:14
).
Crer na ressurreição de Cristo, é crer nas Escrituras Sagradas, é crer no poder de Deus, é crer no perdão dos pecados através do sacrifício de Jesus, é crer na vitória sobre a morte e se deleitar na esperança da vida eterna.
Se Jesus está vivo, ele governa, se está vivo, ele fala, e foi assim com a Igreja de Filadélfia, o Senhor disse que esta igreja, apesar de estar sendo perseguida e ter “pouca força”, como havia guardado a sua palavra e não negado o seu nome, seus inimigos seriam colocados aos seus pés e reconheceriam que neles há o amor de Cristo.
Há uma coroa para aqueles que retém os ensinamentos de Jesus. Celebre a Páscoa com muita alegria, pois Cristo ressuscitou!

Rev. Valdomiro Cardoso Filho
pastornanet.blogspot.com.br
"Uma vida abençoada, é uma vida com Deus” 

Comentários

Contato

Postagens mais visitadas deste blog

A VERDADE QUE NOS LEVA A COMUNHÃO

“Perseveravam na doutrina dos apóstolos, na comunhão, no partir do pão e nas orações.” - Atos 2.41–47 O chamado à comunhão que ecoa em Atos, nasce primeiro nas ações de Jesus. Antes de a igreja existir como comunidade organizada, Cristo já formava comunhão com gestos simples e profundos. Ele chamava pessoas pelo nome, caminhava com elas, sentava-se à mesa e partilhava o pão. A comunhão não surgiu como método apostólico, mas como reflexo direto da vida do Mestre. Jesus não apenas ensinava sobre o Reino; Ele o encarnava no cotidiano. Em Emaús, foi no partir do pão que os olhos dos discípulos se abriram (Lucas 24.30–31). À beira do mar, após a ressurreição, foi preparando alimento e servindo que reafirmou o vínculo com os seus (João 21.13). Nos Evangelhos, Cristo constrói comunhão com presença, tempo e proximidade, “ comunhão não se promove, se vive!” Essas ações de Jesus moldaram o coração da igreja primitiva. Por isso, em Atos, a comunhão aparece como algo natural: perseveravam ju...

FAÇA PARTE DA COMUNIDADE DOS CHAMADOS

  " 28 Quanto ao evangelho, são eles inimigos por vossa causa; quanto, porém, à eleição, amados por causa dos patriarcas; 29 porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis. 30 Porque assim como vós também, outrora, fostes desobedientes a Deus, mas, agora, alcançastes misericórdia , à vista da desobediência deles, 31 assim também estes, agora, foram desobedientes, para que, igualmente, eles alcancem misericórdia , à vista da que vos foi concedida. 32 Porque Deus encerrou todos debaixo da desobediência, a fim de usar de misericórdia para com todos." (Romanos 11:28-32 - ARA)   INTRODUÇÃO O livro de Romanos foi escrito aproximadamente no ano 57 dC, e o apóstolo Paulo não ajudou a fundar a Igreja em Roma, mas foi que ficou seus últimos dias conforme está relatado em Atos 28:16-31, apesar da carta ter sido escrita anos antes. O trecho do capítulo onze procede a partir do texto de Romanos 9 e 10 que enfatizam o conflito que há entre Israel e os gentios, ou entre o j...

ATÉ QUE CRISTO OS UNA NOVAMENTE!

“[...] Eu vim para que tenha vida, e a tenham plenamente ” (João 10.10b). Outro dia estávamos conversando sobre relacionamento quando a nossa filha disse a seguinte frase: “Até que a morte os separe e Cristo os una novamente!”, achamos muito interessante e nos chamou a atenção a percepção dela para a importância que Cristo tem no casamento. Sabemos que casar é uma coisa e manter-se casado e feliz, é outra. Há uma distinção muito significativa destas duas situações. O detalhe que muda drasticamente estes dois contextos está na manutenção e cuidado que devem ser tomados, de forma continua, para que a união conjugal seja fortalecida e ambos percebam a realização e satisfação do outro. O propósito do casamento é que os dois sejam satisfatoriamente uma unidade, por isso a declaração de Adão: " Esta, sim, é osso dos meus ossos e carne da minha carne! Ela será chamada mulher, porque do homem foi tirada ". (Gênesis 2.23). A pergunta que fazemos é: “Quem a tirou do homem...