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A Páscoa que Precisamos

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“Expurgai o fermento velho, para que sejais massa nova, assim como sois sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, já foi sacrificado.” (1 Coríntios 5.7) A festa da Páscoa é a comemoração cristã mais antiga, é o evento principal do cristianismo e isto é devido a termos nela envolvida a Paixão de Cristo, sua Crucificação e Ressurreição. Páscoa é o “Domingo dos Domingos” para os cristãos, mas a sua marca foi adotada por Jesus através da tradição judaica, pois a Páscoa para o judeu era uma ordenança do Antigo Testamento, onde temos a libertação do povo do Egito e sua caminhada para a Canaã. Nesse evento a lembrança é um tempo de sofrimento e escravidão egípcio e ainda o grande livramento da morte dos primogênitos daqueles que tinham o sangue do carneiro sobre o umbral de suas casas. O grande livramento e libertação que o povo judeu teve, ficou marcado na sua história e Deus estabeleceu a Páscoa judaica para que eles se lembrassem deste episódio e permanecessem firmes nos propósitos divinos…

Cuidados Espirituais

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Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis. Romanos 8:13
 O princípio da hermenêutica diz que quando a Palavra de Deus cita pela primeira vez alguém, ela descreve sobre as características da pessoa de quem fala. E em Gênesis 1:2 (2º parte) a característica do Espírito Santo é que Ele se move – “… e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas. ” Existem três coisas negativas que podem acontecer na trajetória da vida cristã, duas delas atingem todos os cristãos durante sua vida (em algum tempo): 
                   1) ACOMODAÇÃO – Se você para, se acha que já sabe de tudo, se teu padrão de santificação é bom, saiba que acomodação não é sinônimo de estabilidade – é sinônimo de regressão. ACOMODAR = REGREDIR. Se você acomodar vai levar uma vida cristã medíocre e isto pode levar você ao:               2) ESFRIAMENTO ESPIRITUAL = PERDA DE PRAZER NAS COISAS DE DEUS. Se você perder o prazer nas coisas de Deus: o Reino de Deus…

Porque Oramos?

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Os crentes não oram com a intenção de informar a Deus a respeito das coisas que ele desconheça, ou para incitá-lo a cumprir o seu dever, ou para apressá-lo, como se ele fosse relutante. Pelo contrário, eles oram para que assim possam despertar-se e buscá-lo, e assim exercitem sua fé na meditação das suas promessas, e aliviem suas ansiedades, deixando-as nas mãos dele; numa palavra, oram com o fim de declarar que sua esperança e expectativa das coisas boas, para eles mesmos e para os outros, está só nele. A oração não é feita para nos exaltarmos diante de Deus, nem para que seja apreciado o que há em nós, mas para confessarmos a nossa miséria e para fazermos sentida lamentação de tudo o que pesa sobre nós, como uma criança faz a seu pai. Ao contrário, pois, de causar temor, o senso de miséria pessoal deve antes ser como uma espora ou como um aguilhão que nos incite à oração.
Como somos advertidos pelo exemplo do profeta, que orou a Deus pedindo-lhe: “Compadece-te de mim, Senhor; sara m…

Quentes, nem frios, muito menos mornos!

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“Conheço as suas obras, sei que você não é frio nem quente. Melhor seria que você fosse frio ou quente!” (Apocalipse 3.15)
Esta é a sétima igreja, Laodicéia, uma comunidade que recebe algumas advertências, principalmente com relação as suas prioridades. Ela deve querer adquirir valores do Reino de Deus, a começar com arrependimento, reconhecendo que precisa do Senhor...sou miserável, digna de compaixão, pobre, cega, e estou nua. (vv 17b) O apóstolo Paulo faz uma referência semelhante com o conceito que ele tem de si mesmo... “Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.(1Timóteo 1.15). Esta igreja estava com o “nariz empinado” dizendo: “Estou rica, em tudo sou enriquecida e não preciso de nada” (vv 17a). Muitas pessoas tem posturas semelhantes, tem dificuldades em reconhecer suas falhas, limitações e pecados. Há aqueles que estão totalmente afastados de Deus em seus corações e atitudes (fri…

Colunas na Cidade Santa

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“Farei do vencedor uma coluna no santuário do meu Deus, e dali ele jamais sairá. Escreverei nele o nome do meu Deus e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu da parte de Deus; e também escreverei nele o meu novo nome. Aquele que tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas.” (Ap 3.12-13) A comunidade de Filadélfia sofria muito com alguns tremores que ocorriam naquele local, então quando isto acontecia havia risco de serem soterrados pelas enormes construções, assim eles tinham que sair da cidade e acampar aos arredores e somente depois que tudo ficasse calmo, retornavam. Outra característica desta cidade, era que eles colocavam os nomes dos seus heróis nas colunas que eram construídas no centro da cidade. O Senhor Jesus consola esta igreja informando à eles que aos vencedores seriam colocados como colunas no santuário de Deus, ou seja, seriam como heróis, daqueles que vemos na galeria da fé (Hebreus 11), também teriam a garantia de uma morada para todo o sem…

Jesus Ressuscitou

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“Farei do vencedor uma coluna no santuário do meu Deus, e dali ele jamais sairá. Escreverei nele o nome do meu Deus e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu da parte de Deus; e também escreverei nele o meu novo nome. Aquele que tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas.” (Ap 3.12-13) Estamos na Páscoa, uma data em que a Igreja celebra a ressurreição de Cristo. Foi ao terceiro dia, primeiramente apareceu a Maria Madalena, aquela que Jesus tinha expulsado sete demônios (Marcos 16.9). A notícia de sua ressureição se espalhou rapidamente e foi contemplada posteriormente pelos discípulos, provas incontestáveis de que Jesus estava vivo, foram mais de doze aparições em quarenta dias, período em que falava-lhes acerca do Reino de Deus (Atos 1.3). Apesar de tudo isto, há muitas pessoas que contestam a ressurreição de Jesus, o apóstolo Paulo aponta o impacto desta declaração: “e, se Cristo não ressuscitou, é inútil a nossa pregação, como também é inútil a fé que v…

Sardes - Igreja Morta

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Ser discípulo de Cristo é um privilégio. Saber que Deus nos escolheu para gerar o caráter de Seu Filho em nós e tornar-nos semelhantes a Ele deve encher nosso coração de alegria e santo temor.
Infelizmente, como a Igreja de Sardes que é conhecida como a “Igreja Morta”, alguns se enveredam por esse caminho e se tornam mortos, mesmo frequentando templos, liderando grupos, participando de eventos e outros ritos religiosos.
O processo não é tão complexo. Basta uma decepção com alguém ou alguém (pessoa ou instituição) para ter início a queda ladeira abaixo. O clamar pela intervenção divina, sem resposta, leva a agonia e a decisões precipitadas.
Então a pessoa resolve fazer as coisas pela própria força e concebe o pensamento maligno que suas estratégias são melhores do que as de Deus. Seu coração se enche de soberba a ponto de não poder ser questionada e tudo passa a girar em torno dela. A pedra no túmulo são as máscaras usadas para camuflar erros, para atrair e afastar pessoas, para manter …