Pular para o conteúdo principal

Reflexões de Um Pai

"Eis que os filhos são herança da parte do Senhor..." - Sl 127:3
                Nesta semana o Rev. Diones teve uma experiência que chamou a atenção nossa quanto a qualidade de tempo que dedicamos aos nossos filhos:
 “Logo pela manhã cheguei na Escola SEI para um café da manhã com os meus filhos. Fui levar a Quézia até a sala de aula para deixar o material e Deus começou a falar comigo. Meu coração ficou rasgado e não pude conter as lágrimas ao ver coleguinhas em sala, talvez porque seus pais não tiveram espaço em sua agenda para tomar um café com seus filhos. O texto acima me veio à mente e fui para o delicioso café pensando em pais que receberam um presente maravilhoso de Deus, mas não conseguem ser um presente de Deus na vida de seus filhos (sequer estar presente!). Depois muitos olham e criticam uma geração distante de princípios familiares e divinos, sem perceber que apenas são frutos de uma sociedade negligente e omissa.
                Temos que fazer uma profunda reflexão sobre a qualidade de tempo que estamos dedicando aos nossos filhos. Não basta comprarmos presentes, estudos, conselhos, ou qualquer outra coisa que substitua o contato, as brincadeiras, os momentos juntos, na verdade muitos pais tentam “compensar” a ausência, mas não há nada que se possa comparar com a presença de um pai.
Percebemos nas Escrituras a orientação e dedicação que um pai deve ter com os filhos, o tempo com qualidade é o melhor presente que os nossos filhos podem ter.
E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração;   e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te. (Deuteronômio 6.6-7)
                Faça esta oração: “Filhos sempre estarei com vocês! Quero cuidar com todo carinho desse presente cumprindo o meu papel, de através do exemplo, formar em vocês, um homem e uma mulher de caráter. Amo vocês presentes do Senhor!”

Rev. Valdomiro/Rev. Diones

pastornanet.blogspot.com.br

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Sardes - Igreja Morta

Ser discípulo de Cristo é um privilégio. Saber que Deus nos escolheu para gerar o caráter de Seu Filho em nós e tornar-nos semelhantes a Ele deve encher nosso coração de alegria e santo temor.
Infelizmente, como a Igreja de Sardes que é conhecida como a “Igreja Morta”, alguns se enveredam por esse caminho e se tornam mortos, mesmo frequentando templos, liderando grupos, participando de eventos e outros ritos religiosos.
O processo não é tão complexo. Basta uma decepção com alguém ou alguém (pessoa ou instituição) para ter início a queda ladeira abaixo. O clamar pela intervenção divina, sem resposta, leva a agonia e a decisões precipitadas.
Então a pessoa resolve fazer as coisas pela própria força e concebe o pensamento maligno que suas estratégias são melhores do que as de Deus. Seu coração se enche de soberba a ponto de não poder ser questionada e tudo passa a girar em torno dela. A pedra no túmulo são as máscaras usadas para camuflar erros, para atrair e afastar pessoas, para manter …

A Páscoa que Precisamos

“Expurgai o fermento velho, para que sejais massa nova, assim como sois sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, já foi sacrificado.” (1 Coríntios 5.7)

A festa da Páscoa é a comemoração cristã mais antiga, é o evento principal do cristianismo e isto é devido a termos nela envolvida a Paixão de Cristo, sua Crucificação e Ressurreição. Páscoa é o “Domingo dos Domingos” para os cristãos, mas a sua marca foi adotada por Jesus através da tradição judaica, pois a Páscoa para o judeu era uma ordenança do Antigo Testamento, onde temos a libertação do povo do Egito e sua caminhada para a Canaã. Nesse evento a lembrança é um tempo de sofrimento e escravidão egípcio e ainda o grande livramento da morte dos primogênitos daqueles que tinham o sangue do carneiro sobre o umbral de suas casas. O grande livramento e libertação que o povo judeu teve, ficou marcado na sua história e Deus estabeleceu a Páscoa judaica para que eles se lembrassem deste episódio e permanecessem firmes nos propósitos divinos…

Porque Oramos?

Os crentes não oram com a intenção de informar a Deus a respeito das coisas que ele desconheça, ou para incitá-lo a cumprir o seu dever, ou para apressá-lo, como se ele fosse relutante. Pelo contrário, eles oram para que assim possam despertar-se e buscá-lo, e assim exercitem sua fé na meditação das suas promessas, e aliviem suas ansiedades, deixando-as nas mãos dele; numa palavra, oram com o fim de declarar que sua esperança e expectativa das coisas boas, para eles mesmos e para os outros, está só nele. A oração não é feita para nos exaltarmos diante de Deus, nem para que seja apreciado o que há em nós, mas para confessarmos a nossa miséria e para fazermos sentida lamentação de tudo o que pesa sobre nós, como uma criança faz a seu pai. Ao contrário, pois, de causar temor, o senso de miséria pessoal deve antes ser como uma espora ou como um aguilhão que nos incite à oração.
Como somos advertidos pelo exemplo do profeta, que orou a Deus pedindo-lhe: “Compadece-te de mim, Senhor; sara m…