Pular para o conteúdo principal

Igreja de Tiatira – Muitas Qualidades, mas Desatenta



“Eu conheço as tuas obras, e o teu amor, e o teu serviço, e a tua fé, e a tua paciência, e que as tuas últimas obras são mais do que as primeiras.”(Ap. 2.19)

 Tiatira uma igreja operante. Jesus disse: “Conheço as tuas obras”. Não era como a congregação que enviou a seguinte notícia a um informativo da irmandade: “No ano passado não houve nenhum batismo, ninguém foi restaurado à comunhão, nenhum membro foi transferido para a nossa congregação. A igreja em Tiatira era dinâmica, viva e ativa.
Era uma igreja amorosa. Jesus disse: “Conheço… o teu amor”. Devemos nos amar “cordialmente uns aos outros com amor fraternal” (Romanos 12:10a). Talvez haja alguma importância no fato de que, das sete congregações, esta foi a única elogiada por seu amor.
Ela era uma igreja prestativa. Jesus disse: “Conheço… o teu serviço”. O amor dessa congregação era prático; os membros encontravam maneiras de prestar assistência ao próximo.
Era uma igreja que confiava. Jesus disse: “Conheço… a tua fé”. Em vez de dependerem de suas próprias forças, eles tinham aprendido a depender do Senhor.
Era uma igreja constante. Jesus disse: “Conheço… a tua perseverança”. Devia ser desanimador ver-se rodeado por uma sociedade ímpia, mas aqueles cristãos não desistiram.
Como todas as congregações, a igreja em Tiatira não tinha somente pontos fortes, mas também tinha suas deficiências. Jesus elogiara suas virtudes; agora, Ele condenava seus vícios: “Tenho, porém, contra ti o tolerares  que essa mulher, Jezabel, que a si mesma se declara profetisa, não somente ensine, mas ainda seduza os meus servos a praticarem a prostituição e a comerem coisas sacrificadas aos ídolos” (v. 20).
Todavia, Jesus não disse que essa mulher realmente tinha o dom de profecia; em vez disso, ela se declarava profetisa. Hoje, nos referiríamos a ela como “uma suposta profetisa”.
Jezabel obteve sucesso porque ela disse o que muitos queriam ouvir. Sempre foi verdade que alguns não suportarão a sã doutrina (2 Timóteo 4:3, 4).
Concentremos nossa atenção em quatro dessas verdades.
1) Ainda temos conflito com o mundo; não podemos abrir concessões.
2) Ainda temos pessoas influentes que podem tornar o erro atraente; não podemos nos desviar.
3) Ainda temos a ajuda do Senhor para vencer nossos desafios; não devemos nos desesperar.
4) Ainda podemos ser fortes; não devemos ser teimosos.

Aplique esta mensagem ao seu coração e não menospreze a oportunidade estendida a você por um Mestre cheio de graça.


Rev. Valdomiro

pastornanet.blogspot.com.br
 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A Páscoa que Precisamos

“Expurgai o fermento velho, para que sejais massa nova, assim como sois sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, já foi sacrificado.” (1 Coríntios 5.7)

A festa da Páscoa é a comemoração cristã mais antiga, é o evento principal do cristianismo e isto é devido a termos nela envolvida a Paixão de Cristo, sua Crucificação e Ressurreição. Páscoa é o “Domingo dos Domingos” para os cristãos, mas a sua marca foi adotada por Jesus através da tradição judaica, pois a Páscoa para o judeu era uma ordenança do Antigo Testamento, onde temos a libertação do povo do Egito e sua caminhada para a Canaã. Nesse evento a lembrança é um tempo de sofrimento e escravidão egípcio e ainda o grande livramento da morte dos primogênitos daqueles que tinham o sangue do carneiro sobre o umbral de suas casas. O grande livramento e libertação que o povo judeu teve, ficou marcado na sua história e Deus estabeleceu a Páscoa judaica para que eles se lembrassem deste episódio e permanecessem firmes nos propósitos divinos…

Quentes, nem frios, muito menos mornos!

“Conheço as suas obras, sei que você não é frio nem quente. Melhor seria que você fosse frio ou quente!” (Apocalipse 3.15)
Esta é a sétima igreja, Laodicéia, uma comunidade que recebe algumas advertências, principalmente com relação as suas prioridades. Ela deve querer adquirir valores do Reino de Deus, a começar com arrependimento, reconhecendo que precisa do Senhor...sou miserável, digna de compaixão, pobre, cega, e estou nua. (vv 17b) O apóstolo Paulo faz uma referência semelhante com o conceito que ele tem de si mesmo... “Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.(1Timóteo 1.15). Esta igreja estava com o “nariz empinado” dizendo: “Estou rica, em tudo sou enriquecida e não preciso de nada” (vv 17a). Muitas pessoas tem posturas semelhantes, tem dificuldades em reconhecer suas falhas, limitações e pecados. Há aqueles que estão totalmente afastados de Deus em seus corações e atitudes (fri…

Porque Oramos?

Os crentes não oram com a intenção de informar a Deus a respeito das coisas que ele desconheça, ou para incitá-lo a cumprir o seu dever, ou para apressá-lo, como se ele fosse relutante. Pelo contrário, eles oram para que assim possam despertar-se e buscá-lo, e assim exercitem sua fé na meditação das suas promessas, e aliviem suas ansiedades, deixando-as nas mãos dele; numa palavra, oram com o fim de declarar que sua esperança e expectativa das coisas boas, para eles mesmos e para os outros, está só nele. A oração não é feita para nos exaltarmos diante de Deus, nem para que seja apreciado o que há em nós, mas para confessarmos a nossa miséria e para fazermos sentida lamentação de tudo o que pesa sobre nós, como uma criança faz a seu pai. Ao contrário, pois, de causar temor, o senso de miséria pessoal deve antes ser como uma espora ou como um aguilhão que nos incite à oração.
Como somos advertidos pelo exemplo do profeta, que orou a Deus pedindo-lhe: “Compadece-te de mim, Senhor; sara m…